sexta-feira, fevereiro 24, 2006

49 dias depois...

...volta a haver vida no blogue...

...eu luto, juro que luto para manter a "chama acesa"...mas é difícil...

O fim de semana está à porta...

É esta a nossa vida...a semana toda à espera destes dois dias...que passam a correr...depois, 2ª feira. Acordar, mal dormido...vontade de 6ª feira!!!...E eis senão quando...aí está ela outra vez!...

E assim se passam as semanas...meses...anos...e nem damos por eles...

...E o que fica depois?...

...Pouco...

...Muito por fazer, por dizer, por sentir. Por viver.

Para que não fique esquecido (a todos aqueles que sabem quem são):

Gosto de vocês! Obrigado.

Saudações

H.

sexta-feira, janeiro 06, 2006

De Leonor Pinhão:


"Crónica da conquista de Moretto
Não conheço nenhum benfiquista que preferisse trocar a passagem do ano com a família pelo incómodo de duas viagens transatlânticas em 24 horas e de terde aturar uma arruaça de um intermediário despeitado, só para ir buscar Moretto. Só um: Luís Filipe Vieira
A conquista de Moretto deixou apalermados os adversários do Benfica. Assim dito, mais parece que Moretto se trata de uma praça-forte no Norte de África ou uma ilha atlântica, conquistada por valentes marinheiros a bordo de uma caravela, lutando contra marés adversas e peixes-aranhas voadores.Mas não foi. A conquista de Moretto deixou tontos os adversários do Benfica, não porque Moretto seja o melhor guarda-redes do mundo, mas porque mais que uma vitória no campo da contratação desportiva, significou um importante triunfo político e de afirmação de poder.O que doeu aos adversários do Benfica não foi a indecorosa estalada da Portela, o que doeu, e dói ainda, foi a capacidade exibida de concluir com êxito uma operação que, normalmente, estaria destinada ao fracasso.Nos últimos largos anos foi sempre isso que aconteceu. Às vezes até parecia que o FC Porto sempre que assinava com um jogador, guardava o contrato por uma semana, para dar tempo a que todos os jornais dissessem que o Benfica estava interessado nesse mesmo jogador.Depois, lá aparecia o rapaz a ser apresentado nas Antas e os benfiquistas a ter de sofrer as alfinetadas de mais uma humilhação.É verdade que, se não fossem as declarações de Vítor Dinis à chegada a Lisboa, o FC Porto poderia muito bem ter alegado neste caso Moretto que nunca na vida esteve interessado no guarda-redes doVitória de Setúbal. Mas o luso-brasileiro não foimuito inteligente e resolveu contar tudo aos jornalistas em nome do alvará que detinha para levar Moretto para o Porto.De todos os benfiquistas que conheço não houve nenhum que não gostasse de ter ido ao Brasil buscar Moretto para o Benfica. Mas só um é que foi. Justamente o presidente. E fez muito bem.Pensando melhor, também não conheço nenhum benfiquista que preferisse trocar a passagem do ano com a família e com os amigos, pelo incómodo de duas viagens transatlânticas em24 horas e de ter de aturar, pacientemente, uma arruaça de um intermediário despeitado, só para ir buscar Moretto. Só um: Luís Filipe Vieira. É por isso que é presidente.Já tinha gostado de Vieira quando, há tempos, entrou pelo estúdio da SIC, em directo, para pôr cobro a uma série de disparates que se estavam a dizer sobre o Benfica. Fez, também nessa ocasião, aquilo que qualquer adepto comum do Benfica gostaria de ter feito. Mas só ele o fez, e com educação, sem ofender ninguém.Más ou boas, as verdades são para se dizer. A gestão de Vieira como presidente do Benfica talvez tenha sido menos consensual do que os 93 por cento com que ganhou as eleições fizessem supor. Uma das felicidades do Benfica é, precisamente, ser um clube democrático. Ao contrario de outros, onde não há eleições. Não me incluo, por exemplo, entre os benfiquistas que se sentem ofendidos pela promessa presidencial dos 300 mil kits. Considero esse episódio como uma daquelas situações na vida de uma pessoa em que a coragem é maior do que o bom senso. Aliás, sinceramente, acho que são esses os melhores momentos da vida de cada um.A ida ao Brasil faz parte de outro género de momentos: em que a coragem e o bom senso se equivalem e produzem resultados. Como se viu.DESDE aquela célebre agressão, em directo, a um jornalista da RTP em pleno relvado do Estádio das Antas, no final de um jogo que não correu especialmente bem aos donos da casa, que não se via um bofetão assim, embora em diferido, no futebol português.O jornalista em causa não apresentou queixa.Houve, no entanto, outros jornalistas, uma série deles, que se queixaram de ter recebido maus tratos mas as autoridades nada puderam fazer porque os malfeitores actuaram à socapa, atacando em becos ou de noite, quando todos os gatos são pardos. E sem câmaras de televisão por perto. Não haja dúvida de que uma imagem vale mil palavras. Com excepção dos passageiros e da tripulação da TAP do voo S. Paulo-Lisboa, no primeiro dia do ano, ninguém mais sabe, porque ninguém mais viu, o que se passou no aeroporto brasileiro.Já no aeroporto português os acontecimentos viraram noticiário, graças à presença das televisões. As ameaças descabeladas de Vítor Dinis à família e à carreira de Moretto e a escabrosa estalada que levou, sem estrebuchar, quando saía com as malas foram o prato forte dos telejornais.E 2006 lá abriu com um toque de terceiro-mundo no pequeno ecrã, em dia feriado, com as famílias em casa apreciando e comentando o invulgar espectáculo, como se de uma novela mexicana se tratasse, e de acordo com as tendências clubistas de cada um.—Então no teu clube também já há guardas Abéis?— Sim, mas os nossos vestem Giorgio Armani.(...)"

sexta-feira, dezembro 09, 2005

Ainda assim...

...apesar de não escrever, espero que apareçam coisas novas nesta página...

...hoje aparecem...:)

nem que sejam 4 linhas...

...ou 5...

...ou 6...

Um bom dia para todos...Saudações
H.

quarta-feira, novembro 09, 2005

Serviço Nacional de Saúde. Está doente? Dirija-se a um hospital e diga que lhe morreram as galinhas todas. Fazem-lhe todos os exames....e com sorte ainda aparece na televisão.JL

segunda-feira, outubro 31, 2005

Um rosto preso no pensamento:











Naomi Watts



JL

quarta-feira, outubro 26, 2005


Decepções. Há tardes em que aquele craque do nosso clube falha um golo de baliza aberta. Há noites em que a nossa banda preferida dá um concerto de merda. Há manhãs que a nossa mais desejável colega vem com uma indumentária um pouco infeliz. Há dias assim. Por isso e devido ao post do nosso confrade H. resolvi, de memória, fazer uma lista das minhas grandes decepções cinematográficas. Aqui vai: “A Divina Comédia” de Manoel de Oliveira, “Sicília” de Danielle Huillet e Jean-Marie Straub, “Evita” de Alan Parker, “State and Main” de David Mamet, os filmes do Pedro Costa depois de “O sangue” e qualquer um dos últimos 10 filmes do Godard. São as minhas decepções, se calhar a merecerem um segundo olhar. JL

terça-feira, outubro 25, 2005

Last Days - o pior filme de todos os tempos!

Neste fim de semana fui ver este filme do Gus Van Sant...Não sei o que dizem os pseudo-intelectuais que vêem e escrevem sobre cinema, agora vos digo, se querem gastar 5€, mais vale gastarem-no noutro lado, que não neste filme!

Para quem não sabe, esta película é supostamente baseada nos últimos dias da vida de Kurt Cobain, passados numa casa (não sei se seria a dele, suponho que sim), no campo. No entanto, e porque suponho que não lhe tenha sido dada autorização para utilizar o nome dele no filme, Kurt Cobain foi substituído por um personagem, Blake, se bem me lembro...ora, uma coisa que se poderia aproveitar ainda seria ouvir uma musiquita ou outra de Nirvana...Não aparecendo Kurt Cobain no filme, logo, não há músicas de Nirvana para ninguém...durante o filme, penso eu, são tocadas duas músicas, que não dizem absolutamente nada, nem em termos de letra, nem de música, que se possa assemelhar aos Nirvana...

O personagem principal está sempre sobre o efeito de drogas (ok, aqui, pelos vistos, reproduz fielmente o que se passou!), os diálogos são escassos, sem nexo, a história...qual história?...é aos sopetões, pouco ou se percebe, há 4 amigos com ele na casa, de preferências sexuais âmbíguas, que não dá para perceber quem são, enfim...tudo junto dá...Nada!Mesmo!...

Daí o meu título...

Quando quiserem deitar os 5€ fora, digam-me...eu vou lá fazer-vos a boa acção, e fico com eles e vocês não são sujeitos a uma experiência traumática destas!!...ficamos todos contentes...

Saudações.

H.

PS: Ah...ele morre no fim...grande novidade, não??...

sexta-feira, outubro 14, 2005

Ainda Petit. O jogador do Benfica, desde o início do campeonato fez 13 faltas e sofreu...20. Dá que pensar? Ou talvez não. JL
Lugares da minha cidade (1). Num belo jardim de uma cidade europeia existe um McDonalds. Toda a gente concorda que esta frase tem cabimento em milhares de cidades e vilas por essa Europa fora, Turquia incluída. E se eu disser que a poucos metros desse antro de fast-food estão alojados macacos, leões, elefantes, zebras e girafas? Apesar do número de candidatas cair consideravelmente, continuam a ser algumas as cidades que têm um McDonalds dentro do seu Jardim Zoológico. Mas se eu acrescentar que o referido estabelecimento fica na parte de fora do Jardim, não sendo portanto necessário o pagamento de qualquer bilhete para lá entrar e que ao mesmo tempo que desfrutamos do nosso BigMac estamos a observar cerca de meia dúzia de crocodilos, alguns de tamanho considerável, mesmo ali ao lado? Poucos diriam que estamos em Lisboa.
Não conheço todos os Mcdonalds do Mundo. Tarefa aliás que deve ser impossível de concretizar. Mas devem ser raros aqueles que estão implantados no meio de uma comunidade de crocodilos. Acontece em Lisboa . JL

A minha cidade tem sítios únicos no Mundo. Pelo menos são-o para mim.

sexta-feira, outubro 07, 2005

É impressionante como pequenos pormenores podem fazer a diferença em tudo o que fazemos. Sejam eles reminiscências antigas, sejam experiências ou vivências anteriores, sejam ressentimentos recentes ou bafientos, sejam pontos de vista antágónicos, seja o tempo, etc., etc.,etc., um pequeno pormenor pode fazer toda a diferença em determinada situação.

Hoje chateei-me com Amigos. Por causa de pequenos pormenores. Culpa minha? Sim. Culpa deles? Claro. Nestas coisas, nunca ninguém fica inocente...

Saudações.

H.
Muita, mas muita atenção para "Corpse Bride" do Tim Burton.
Ao que parece, bem aí algo na senda do ultra-magnífico "Nightmare before Christmas", em stop motion, e pleno da magia dos ambientes góticos de Tim Burton.
Depois de um psicótico, psicadélico e fantástico Charlie, aparecerá provavelmente outra obra pela mão de um tipo que nunca teve medo de imaginar, e esteve-se sempre cagando para a soberba da crítica, fazendo-a dobrar-se a seus pés, mesmo em temas ditos (estupidamente) como menores, como é o caso do fantástico.
Imaginar não paga ainda imposto, mas é visto como uma excrescência do plano criativo por parte de um bando de idiotas que deve ler Proust em esperanto enquanto baba com as gajas boas que aparecem nos clips do 50 cent...
Enfim...
Corpse Bride.
Em breve...
SK
Brilhante denúnica da vacuidade literária chamada Margarida Rebelo Pinto

De leitura absolutamente obrigatória, especialmente para aqueles que confudem vendas com qualidade mínima e aceitável.
Que era uma fraude, já se sabia. Agora que MRP tratava os seus leitores como atrasados mentais é que vem colocar a cereja no topo.. ups, saltou um cliché... porque será?

SK

quinta-feira, outubro 06, 2005

E se fizesse nevoeiro. E subitamente surgiram as autárquicas. Tal qual um eclipse, esconderam, temporariamente, as presidenciais. Já não se esperava. Mas com tanta emoção a comunicação social tinha de se render.
Para Cavaco é um descanso. Na vivenda “Mariani” em Boliqueime, já não há jornalistas na porta, nem telefonemas indesejáveis. Cavaco deve estar em grande forma. Tal qual uma equipa de futebol que passa semanas escondida num centro de estágio. Só sai para uns joguitos particulares. Uma comunicação aqui, um seminário acolá, e eis ele pronto para enfrentar o Mundo. Duvidas? Não tem. Enganos? Muito raramente. E Alcácer Quibir ali tão perto. JL

segunda-feira, outubro 03, 2005


Atenção: preparem os hospitais da zona, uma equipa treinada por Jaime Pacheco joga hoje na capital.

sexta-feira, setembro 23, 2005

Debaixo de água. Mergulha-se, vê-se duas ou três pedras a tapar um buraco na rocha e não se tem duvidas: “está ali um polvo”. È assim para os mergulhadores, debaixo de água. Para os outros, por cá, já há muito tempo submersos, os “Octopus vulgaris” são mais difíceis de encontrar. Que tal esta pista? JL