Contrariedades. Se há actividade em que a dupla pessoalidade (não confundir com dupla personalidade) é difícil de sustentar é na actividade política. Num país normal um post podia começar assim. Mas aqui não. Apesar de altamente mediatizada, mesmo regionalmente, na política tudo é permitido, mais do que em outra qualquer actividade. Até em relação ao futebol, dirigido por pessoas muito pouco qualificadas (formalmente), mas onde as suas atitudes são sempre julgadas ferozmente pelos seus pares e pelo publico em geral.
No Portugal do século XXI, existe Felgueiras, detida, que já governou Felgueiras e que vai, se deixarem, voltar a concorrer para governar Felgueiras. Existe Avelino, carregado de processos, alguns já julgados, que parte para Amarante cheio de vitalidade.
Quanto teria oferecido Howard Hawks para ter argumentos destes ao seu dispor.
Em Lisboa, a capital de um país com aspirações, existe o candidato Carmona, que visita buracos, barracas, prédios devolutos e critica o que não se fez e devia estar feito. Quem não fez foi o Presidente Rodrigues. Que foi vice, depois Presidente e agora é outra vez o número um da Edilidade.
O candidato Carmona não pode visitar os novos teatros, a colecção Berardo bem instalada num moderno museu, o novo Parque Mayer, o São Jorge recuperado, porque, devido ao mandado do presidente Rodrigues não existem. Como não existe nada de novo em Lisboa.
Que grande contrariedade para o candidato. JL
No Portugal do século XXI, existe Felgueiras, detida, que já governou Felgueiras e que vai, se deixarem, voltar a concorrer para governar Felgueiras. Existe Avelino, carregado de processos, alguns já julgados, que parte para Amarante cheio de vitalidade.
Quanto teria oferecido Howard Hawks para ter argumentos destes ao seu dispor.
Em Lisboa, a capital de um país com aspirações, existe o candidato Carmona, que visita buracos, barracas, prédios devolutos e critica o que não se fez e devia estar feito. Quem não fez foi o Presidente Rodrigues. Que foi vice, depois Presidente e agora é outra vez o número um da Edilidade.
O candidato Carmona não pode visitar os novos teatros, a colecção Berardo bem instalada num moderno museu, o novo Parque Mayer, o São Jorge recuperado, porque, devido ao mandado do presidente Rodrigues não existem. Como não existe nada de novo em Lisboa.
Que grande contrariedade para o candidato. JL

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